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IIC em Luto pelo massacre de Realengo

Estimados amigos:

No último dia 7 de abril, fomos surpreendidos com a triste notícia de que um jovem irrompeu em uma escola municipal em Realengo, no Rio de Janeiro, disparando contra cerca de trinta crianças e acabando por suicidar-se. Por conta dessa tragédia, doze estudantes morreram e outros dez ficaram feridos.

Com profundo pesar, queremos expressar nossas condolências e nossa solidariedade para com as vítimas, seus familiares e amigos, e para com todas as pessoas que sofreram direta ou indiretamente os golpes desse massacre. Nada pode justificar a matança de meninos e meninas inocentes, que perderam a vida de maneira tão brutal!

Por fim, queremos expressar nosso sincero afeto e respeito a todos os estudantes, professores e funcionários da Escola Municipal Tasso da Silveira.

Profº  Luiz Cidade

(Equipe IIC)

Veja a cronologia do massacre de Realengo

1 – Pouco depois das 8h, Wellington entrou na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo. Como foi encontrado com uma carteirinha de identificação da escola – ele foi aluno da unidade –, a polícia investiga se ele apresentou o documento para cruzar o portão.

2 – Dentro do prédio, Wellington foi ao segundo pavimento (chamado pela direção de 1º andar). Ele entrou direto na primeira sala à esquerda no corredor. O local é uma espécie de biblioteca e sala de leitura.

3 – Wellington pediu para falar com a professora Dorotéia. Ela reconheceu o rapaz como ex-aluno e perguntou a ele: “Você veio dar palestra?” Em seguida, Dorotéia pediu para o rapaz aguardar alguns instantes.

4 – Wellington não esperou. Entrou na próxima sala à esquerda no corredor. A sala 5, onde estava uma turma da 8ª série.

5 – O assassino pôs a bolsa que carregava sobre a mesa, e disse: “Vim dar uma palestra para vocês”. Em seguida, sacou as duas pistolas e, apontando para as cabeças das crianças, começou a abrir fogo.

6 – Os policiais encarregados da perícia, que estiveram no local, informam que ele fez três recargas, utilizando um carregador rápido – que permite municiar a arma com todas as balas possíveis de uma só vez. Como cada arma tem capacidade para seis projéteis, a estimativa é de que ele tenha feito mais de 30 tiros.

7 – Wellington saiu da sala 5 e dirigiu-se ao cômodo em frente – outra sala de aula. Neste local fez novos disparos.

8 – O policial militar Márcio Alves, terceiro sargento, abordou o criminoso quando ele se dirigia ao terceiro pavimento – onde ficam as salas do Ensino Fundamental. Segundo Alves, Wellington atirou na direção dele. O PM conseguiu acertar um tiro no abdômen do assassino.

9 – Wellington correu para a escada e foi ouvido mais um estampido. Quando o policial conseguiu subir, encontrou o rapaz morto. O sargento conta que o criminoso se matou com um tiro na cabeça.

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